Para que serve o “muro da vergonha”. Dilma prepara Estado de Defesa?

Eis que Dilma mandou erguer um muro para separar as manifestações pró e anti-impeachment. Certo? errado. As intenções são outras e, claro, não são boas.

Já havíamos mostrado aqui a cogitação petista em decretar Estado de Defesa e, agora, com a proximidade do impedimento de Dilma, esta tática ganha força no governo. Há poucos dias, o coronel Adilson Moreira, comandante da Força Nacional de Segurança, pediu demissão do cargo por ter sofrido pressão do governo Dilma. Entre seus argumentos para a demissão ele escreve: “não precisa ser muito inteligente para saber que estamos sendo conduzidos por um grupo sem escrúpulos, incluindo aí a presidente da República. Me sinto cada vez mais envergonhado. O que antes eram rumores, se concretizaram.”

Todo o discurso governista que ecoa é: “não vai ter golpe! vamos fechar as estradas (MST). Vamos lutar nas ruas!…” Então, se toda a base social do governo tenta intimidar uma maioria absoluta de brasileiros que apoiam o impeachment, o “muro da vergonha” serve para um único objetivo: estabelecer a instabilidade nas ruas.

O que manda a constituição em casos de manifestações? Não se pode manifestar-se em um mesmo local quando outro grupo, de contrária reivindicação, já possui manifestação marcada para aquela data e local.

Qual seria o curso normal dos acontecimentos se o muro não fosse erguido? teria-se apenas a manifestação pró-impeachment, uma vez que os grupos se mobilizaram anteriormente ao MST e cia, e uma vez que a massa pró-impeachment é infinitamente maior que os “funcionários” de camisas vermelhas.

Muro-da-Vergonha-em-Brasilia

O muro foi erguido para passar a impressão de que há uma divisão no país. Divisão absolutamente falsa. Ninguém quer a continuidade deste governo. O PT está fazendo ativismo de rua sem popularidade alguma, apenas a base do dinheiro, do sanduíche e Ki-suco e dois ou três artistas rouanets.

O muro tenta enganar a comunidade internacional de que a sociedade brasileira está dividida, mas o pior, é que a tentativa será ocasionar a instabilidade nas ruas, motivadas por este “muro da divisão e do ódio”. Perante a iminente queda do PT eles querem impulsionar aquilo que eles sempre fizeram: conflito social.

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