Fake News do Brasil Ajudando o Terrorismo

Um grupo de palestinos e simpatizantes ligados ao ‘Movimento Popular Palestina Para Tod@s’ lançou uma bomba caseira em meio a manifestantes na Avenida Paulista, centro de São Paulo, na última terça-feira (2). A Polícia Militar agiu rapidamente e prendeu 6 pessoas. Dentre os detidos está Hasan Zarif, dono do restaurante Al Janiah.

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Manifestante agredido por militantes palestinos. Crédito: sensoincomum.org

 

Para quem acompanha o movimento jihadista internacional não é surpresa a artificialidade e até mesmo a hipocrisia com a qual alguns canais de notícias cobriram a manifestação de grupos contrários a Lei de (I)Migração, de autoria do ex-motorista do terrorista Mariguela (aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, a lei está nas mãos do Presidente Temer, que até a data de hoje -3 de maio- não vetou nem aprovou).

É comum para grande parte da imprensa, que cobre os ataques terroristas, principalmente na​ Europa, usar palavras com sentido incerto, sem nomear os fatos com exatidão, como quando um terrorista atropela uma multidão de pessoas. A impressão que temos ao ler tal notícia é a de que um caminhão foi o culpado pelo atropelamento. As palavras “terrorista” e principalmente “muçulmano“, parece não pertencer ao dicionário mental dos jornalistas.

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Já para com os manifestantes que protestam contra a barbárie terrorista, sempre temos palavras ou expressões taxativas como “extrema-direita” ou à “ultra-direita” ou ainda, se utilizando da fala dos próprios defensores dos terroristas na paulista, os quais diziam estarem contra a manifestação de grupos “fascistas“. Já para descrever o lado daqueles que não aceitam manifestação pública e, pior, interrompem uma manifestação legítima, lançando uma bomba caseira em meio a pessoas de várias idades, com essa gente a mídia tem todo o cuidado de os tratar como “suspeitos“.

A maneira como o G1 começa a “informar” o ataque na Avenida Paulista dá a entender que existiam duas manifestações distintas e que isso levou a uma briga. Escreve o G1:

“Homem é detido na Avenida Paulista, em São Paulo, após confronto durante protesto de contrários e favoráveis à Lei de Migração no Brasil na noite de terça-feira (2)”

O único protesto que existia era o dos grupos contrários a Lei da (I)migração. Quem impede uma manifestação (segundo a constituição do Brasil) não está protestando, está cometendo crime contra a livre expressão e contra o direito de se manifestar.

A matéria continua com muitas citações dos defensores dos palestinos que narraram o episódio por meio de vídeos. Porém, nenhum vídeo é mais contundente do que os vídeos feitos no momento exato da manifestação.

Os vídeos são claríssimos e provam que:

1- A manifestação pedindo o veto à Lei de Migração ocorria pacificamente.

2- O momento exato em que um terrorista muçulmano lançou uma bomba caseira em meio aos manifestantes.

3- Somente após este ato terrorista é que se inicia a briga entre os manifestantes e os que se opunham à manifestação.

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Um dos militantes pró palestina presos no ataque a bomba

Como destaca Flavio Morgenstern no excelente Senso incomum:

“Destaca-se então a infowar, a guerra de narrativas da grande mídia para eufemizar um lado e hiperbolizar outro. De acordo com a grande mídia, um sírio, preso com um soco inglês, que levou uma bomba para um ato público e a atirou contra transeuntes pacíficos, foi apenas uma “confusão” com um “grupo de extrema direita” (sic) – grupo este que, sem destaque da imprensa, protestava pacificamente antes da chegada da turba de Hassan Zarif.”

As matérias dos sites de notícias que distorceram os fatos começaram a ser ridicularizadas nas redes sociais. Páginas postaram as matérias com palavras riscadas, mostrando como uma reportagem honesta deveria publicar o ocorrido.

Se você concorda que a população precisa tomar ciência do perigo de terrorismo que a Lei do imigrante representa para os brasileiros, ajude a divulgar esta matéria com seus amigos e conhecidos, em sua rede social.

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